Segunda onda de Covid atinge mercado do Petróleo

O mercado do petróleo estava se recuperando gradativamente da crise causada pela pandemia de coronavírus, mas sinais de uma segunda onda de problemas começam a surgir. Importações da China desaceleraram, grandes produtores do Oriente Médio cortaram os preços dos barris. Nos Estados Unidos, os estoques continuam altos, e na terça-feira (08), o petróleo Brent atingiu o menor valor desde junho.

Em agosto, depois de reduzir a produção por meses, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), começou a desacelerar os cortes, mas a recuperação esperada do consumo não aconteceu.

O cenário internacional é preocupante. Casos de infecção por Covid-19 têm aumentado Europa. A Índia se tornou um epicentro do coronavírus e pode registrar a primeira queda anual do consumo de petróleo em quarenta anos. Nos EUA, companhias aéreas, que costumam ter alta demanda por petróleo, continuam com a demissão de milhares de funcionários, e o leve aumento da demanda causado pelo verão no hemisfério norte cessou.

“Levará três anos para que a demanda global por petróleo se recupere da Covid para seu novo normal, assumindo que teremos uma vacina ou cura”, previram analistas do Bank of America em relatório publicado esta semana.

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