Sem governo boliviano, importação de gás paralisa

Durante seminário “E agora, Brasil?”, promovido pelo “Globo” e pelo Valor Econômico, na sede da Confederação Nacional do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, afirmou que ainda não será possível retomar as negociações para a recontratação da importação do gás natural da Bolívia enquanto não houver uma definição do novo governo no país.

“Tem que haver um governo legítimo do outro lado com condições de assinar esse contrato, com novos volumes e novo preço. Enquanto isso não se resolver, é difícil de acreditar que essa história terá um fim”, afirmou

Oddone disse, ainda, que a primeira renegociação era o contrato de compra de gás da Bolívia, de 30 milhões de m3/dia e que isso tinha que ser feito pelas empresas brasileiras com a YPFB – empresa pública boliviana dedicada à exploração, destilação e venda do petróleo e seus derivados – que no caso, é controlada pelo governo.

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