Tendências de alta preço do petróleo em 2018

A passagem para 2018 mostrou nas bolsas de valores de Londres e de Nova Iorque que o ouro negro ainda é a mola mestra do capitalismo mundial. O petróleo brent foi cotado no mercado londrino a US$67,59, enquanto no WTI (NY-EUA), chegou a US$ 62,14. O século XXI ainda se debate na correnteza da sua principal indústria, a do petróleo.

Em anos anteriores houve ciclos na oscilação de preços do barril de petróleo, e o mercado como o do Brasil, se espelhou no reaquecimento a partir da venda dos ativos da Petrobras, criando uma visão turva de que o petróleo é de suma importância para as nações produtoras e compradoras, onde o preço se mostra nas curvas da oferta e demanda norteando outras mercadorias, tornando a economia mais complexa na realidade geopolítica mundial, da segurança logística e do custo da produção, consolidando esse capital para investimentos nos acordos internacionais que garantam rentabilidade maior para o setor.

Em 2016, as nações produtoras fora da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) e os dessa organização, construíram planejamento estratégico para a redução de produção da commodity, e elas contemplavam cortes de 1,2 milhão de barris por dia, com intervalos de preço.

Os cortes e recortes da exploração foram delimitados no mês de novembro de 2016, o que deu garantia de recuperação breve para o ano seguinte. Alcançado os 115% dos objetivos, foram então renovados para este ano (2018), mantendo o corte de exploração e produção. Já para os países consumidores o mote é retificar a recomposição de preço, o que percebe aqui no Brasil na política para custeio da oferta de gasolina e gás sem subsídios promovidos pelo governo anterior, caracterizando política na promoção de ruptura de acordos que alterem a cadeia dos custos – práticas impostas pelo EUA e União Europeia também à Venezuela, Rússia e Irã.

Esse capitalismo evidente já na abertura do ano com as bolsas de Londres e Nova York fixando o preço do barril de petróleo aproximando dos US$70, mostra que a ação dos atores deste mercado têm a seu favor fundos de investimentos (os fundos de pensão norte-americanos são os mais vorazes atuando no Brasil), que trabalham em novas frentes de produção, financiando iniciativas que derrubam governos contrários à liberalização.

O mundo tende a ação dos EUA, manutenção da baixa exploração e produção do petróleo pela Opep visando aumento do prelo do barril de petróleo, e a China atravessa o muro continuando com a frente de compras das reservas, poços e formalizando acordos mundiais comissionados, ou seja, sem nenhum erro.

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