Usinas contratam apenas para mercado livre

“Não haverá leilão. A declaração das distribuidoras não foi animadora para este ano”, disse a presidente executiva da Associação Brasileira da Energia Eólica (ABEEólica), Élbia Gannoum, durante a edição 2020 do Brazil WindPower. Devido à ausência de um leilão de contratação por conta de medidas excepcionais do Ministério de Minas e Energia, em função da pandemia de covid-19, as usinas do país comercializaram eletricidade apenas para o mercado livre.

Em 2020, muitas empresas ficaram sobrecontratadas, com energia demais, por conta da redução no consumo com a pandemia. Sendo assim, o Ministério de Minas e Energia (MME) prevê a realização de apenas um leilão, o A-1, em 2020.

Para 2021, a expectativa é de uma aceleração com a retomada de leilões de energia nova. “Se tivermos um crescimento da economia de 2,5% poderemos ter leilão e esperamos alguma coisa entre 1 GW e 2 GW de contratação no mercado regulado (das distribuidoras), além dos 2 GW a 3 GW do mercado livre”, ressaltou Élbia. “Por essas contas, podemos chegar a 4 GW, número superior ao da EPE (Empresa de Planejamento Energético)”, explicou.

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