A guinada mundial em busca de energia limpa 

Em 2019, segundo dados divulgados pela Época, a Inglaterra teve mais energia elétrica advindas de fontes renováveis (solar, eólica e hídrica) do que de derivados de petróleo. Além disso, em abril do ano passado, nos Estados Unidos, a geração por fontes limpas ultrapassou a do carvão. Fato é que a lei do mercado está caminhando cada vez mais junto com a energia verde.

Outro caso é o Brasil, que é um pais extenso e com grande incidência solar, possui uma nova matriz energética entrando em vigor, muito mais verde e flexível. Ou seja, o que pode ser observado é uma demanda crescente por energia limpa e além de toda essa inclinação do público e do mercado, os governos de todo o mundo também estão criando políticas para acelerar a produção desse tipo de energia. 

Um exemplo disso é o sistema de medição de energia líquida, que acontece nos Estados Unidos. O consumidor pode fornecer uma energia excedente a um painel solar instalado em sua casa para o sistema elétrico. Em troca, recebe um desconto na conta de eletricidade. 

Recentemente, a Agência Internacional de Energia (IEA, em inglês) destacou o plano da Alemanha em transformar o sistema de energia do país para um sistema mais eficiente, fornecido principalmente por energia renovável. O objetivo do país é eliminar gradualmente a geração de eletricidade a partir da energia nuclear até o final de 2022. Mais recentemente, o governo anunciou planos para a eliminação gradual do carvão até o final de 2038.

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