Consórcio do campo de Sapinhoá rende R$ 108 mi

Um acordo entre a empresa pública Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) com o consórcio do campo de Sapinhoá, na Bacia de Santos, rendeu R$ 108 milhões à União. O valor é equivale a produção de petróleo da área excedente ao campo leiloado. A PPSA é quem administra os recursos do pré-sal, desde 2013.

O governo brasileiro decidiu compartilhar a exploração de poços do pré-sal com a iniciativa privada devido ao alto custo de operação. A descoberta de óleo no campo ultrapassava os limites da área leiloada, fazendo com que uma parcela, ou seja, os excedentes, passassem para as mãos da União. Como a PPSA é a empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, ela é quem representa a União nas negociações com o consórcio proprietário do bloco.

Em 2018, o consórcio que opera Sapinhoá e a PPSA fizeram o primeiro acordo de compensação financeira sobre a área excedente entre 2010 e 2017. Este primeiro acordo gerou R$ 847 milhões para o Tesouro Nacional. Esse novo montante é um complemento dos anteriores.

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