Desestatização da Eletrobras segue em discussão

O novo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Joaquim Levy, afirmou que a privatização da Eletrobras segue em discussão, mas o banco irá “apoiar a política que se fixar”. Apesar do ar de indefinição, Levy declarou que a situação da venda de outras estatais já está definida: “privatização das empresas estaduais de energia elétrica se arrastava há 20 anos e hoje é um tema resolvido”, disse.

As declarações foram feitas por Joaquim Levy durante coletiva de imprensa, após a cerimônia de posse para assumir o cargo no banco. O presidente do BNDES defendeu a desestatização de empresas como saída “diante dos desafios fiscais em muitos estados”. Contudo, prometeu apoiar as decisões tomadas dos governos estaduais quanto a privatização de suas empresas públicas. No Rio de Janeiro, por exemplo, o governador Wilson Witzel já se mostrou contrário a desestatização da Cedae.

Após a posse de Levy, novos nomes devem ser anunciados em breve à diretoria do banco. Sem fazer citações, o presidente do BNDES disse que há a possibilidade de manter alguns executivos indicados no governo do ex-presidente Michel Temer em determinados cargos. Todos os nomes que irão compor a nova administração do banco serão revelados em conjunto. Entretanto, ainda dependem da aprovação da Casa Civil, segundo Levy.

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