EUA serão exportadores líquidos em 2020, afirma EIA

Os Estados Unidos serão exportadores líquidos de petróleo e de produtos refinados em setembro de 2020, e posteriormente, até o fim do mesmo ano, exportarão pelo menos um milhão de barris por dia a mais do que importarão, segundo projeção feita pelo governo americano.

O ano que vem deverá ser o primeiro prolongado em sete décadas em que os EUA, que antes eram grandes importadores, exportarão o excedente de óleo e combustível, após fazê-lo durante uma semana no final de novembro, indicou a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês), em projeção mensal.

Estes efeitos são resultantes do impacto da expansão do xisto nos EUA, país que mais do que duplicou sua produção desde 2010 e que pode ultrapassar a marca de 13 milhões de barris por dia até o fim de 2020.

As exportações de óleo bruto e derivados podem aumentar quando novos oleodutos abrirem caminho para o petróleo bombeado na bacia de Permian, no oeste do Texas e no Novo México, para ser transportado à Costa do Golfo, onde será destinado a refinarias da Ásia, da Europa e de outros lugares. Mais de dois terços da mudança podem ser creditados aos embarques de derivados de petróleo, liderados pela exportação de líquidos gasosos, como etano, butano e propano.

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