Maior petroleiro em atividade desembarcará na Ásia

O Oceania, maior navio petroleiro da atualidade em funcionamento, deve desembarcar no rio Sungai Linggi, na Malásia, até o final deste mês. A embarcação está em alto mar há meses e intriga dezenas de especialistas de navegação e do mercado de combustíveis.

O enorme cargueiro possui 16 anos de idade, mais de 365 mil metros de comprimento e capacidade de armazenamento de um dia de todo o consumo de petróleo da França e Reino Unido juntos. As últimas informações são de que o Oceania passava pela África Ocidental e, em março, seguia em direção ao Mar Mediterrâneo em busca de mais carregamento.

O navio é propriedade da Euronav, uma empresa internacional de transporte de petróleo pelos oceanos. O plano da companhia era armazenar combustível e ajudar sua frota a cumprir as novas regras da Organização Marítima Internacional (IMO, em inglês), em vigor a partir de 2020.

O que é IMO 2020?

A nova estratégia da Organização, com sede Londres, é reduzir as emissões de enxofre dos navios a partir de janeiro do próximo ano. Sabendo disso, especialistas afirmam que o plano original da Euronav é acumular combustível e fixar seus preços para os próximos tempos.

Os combustíveis, de acordo com as regras da IMO, provavelmente custarão mais do que o tipo que a maioria dos navios utilizam hoje.

As novas regras exigirão que as embarcações limitem o teor de enxofre a 0,5%, abaixo dos 3,5% na maior parte do mundo atualmente. Segundo estudos, o poluente causa chuva ácida e pode levar a problemas de saúde, como asma e até mesmo câncer de pulmão.

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