Para GAA, situação de óleo no litoral é estável

Segundo o coordenador operacional do GAA (Grupo de Acompanhamento e Avaliação), almirante Marcelo Francisco Campos, há 19 dias não são encontradas manchas de óleo bruto no mar. Além disso, a quantidade de fragmentos que continua chegando às praias, mangues, costões é, proporcionalmente, cada vez menor.

O grupo composto pela Marinha, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) está reestruturando suas ações de monitoramento, contenção e limpeza do produto poluente, que já atingiu a todo o litoral do Nordeste e praias do Espírito Santo e do Rio de Janeiro.

No entanto, o relatório divulgado pelo Ibama mostrou que o número de localidades atingidas não para de aumentar e que vestígios do óleo já foram encontrados em 803 pontos do litoral. “Não descartamos a hipótese de que algumas manchas do óleo que pode estar depositado em bolsões (submersos) aflorem e cheguem às praias”, disse o almirante. Porém, segundo ele, o contínuo aumento do número de localidades atingidas se deve à fragmentação do óleo e a sua dispersão no mar.

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