Presidente da Unica faz boa avaliação do MME

No setor sucroenergético brasileiro há boa avaliação de que o empenho constante e os expressivos resultados alcançados pelo ex-ministro Fernando Coelho Filho à frente do Ministério de Minas e Energias (MME), entre 2016 e 2018, deram importantes avanços à indústria de biocombustíveis, que é estratégica para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Para a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina, essa participação do ex-ministro, foi determinante para o lançamento e aprimoramento do Programa RenovaBio, iniciativa de redução das emissões de poluentes no transporte veicular por meio de maior uso de combustíveis renováveis, como o etanol.

O RenovaBio foi umas das iniciativas mais relevantes apresentadas pelo governo brasileiro nas últimas décadas e pode ser visto como parte dos compromissos ambientais que o Brasil assumiu perante o mundo no Acordo do Clima, em 2015. Temos que parabenizar o MME, na figura do ex-ministro, cujo diálogo e parceria com a sociedade civil tornou possível a construção de um programa inédito de descarbonização, cujo modelo fomentará o mercado doméstico de biocombustíveis sem conceder subsídios ou renúncia fiscal”, ressalta Elizabeth Farina.

O RenovaBio passa atualmente por fase de regulamentação, e a Executiva da Unica crê na conclusão do processo, que depende de igual esforço do novo ministro do MME, para que o programa seja implementado em dois anos. “Temos total confiança na continuidade desta regulamentação e na transparência do diálogo hoje existente entre o MME e entidades do setor sucroenergético. Desejamos sucesso ao novo ministro e nos colocamos à disposição de Moreira Franco para esta empreitada”, afirma a executiva.

O RenovaBio, lançado pelo MME em 2016, é estratégico para que o País torne a sua matriz de combustíveis renovável, e deve colaborar para o cumprimento do plano brasileiro de cortar em 43% as emissões domésticas de gases, conforme determina o Acordo do Clima, além de promover a retomada dos investimentos no setor sucroenergético, o RenovaBio deverá impulsionar a geração de empregos, reduzir gastos com saúde pública em decorrência de menores índices de poluição e evitar prejuízos na balança comercial, diante do que o Brasil não dependerá tanto da importação de gasolina e do diesel.

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