Produção de petróleo aquece mercado de lubrificantes

Com a alta exploração e produção de petróleo, outro óleo derivado que pegou carona e teve seu mercado aquecido foi o lubrificante veicular. Estima-se que nos últimos anos o volume de lubrificantes ficou acima de 1,6 bilhão de litros, o movimentou mais de R$ 20 bilhões de reais.

Dados do Sindlub revelaram que o mercado nacional de lubrificantes está entre os cinco maiores no mundo e o volume movimentado supera a totalidade do consumo dos países da América Latina. Os óleos automotivos detêm participação de cerca de 65%, enquanto os lubrificantes industriais 25%, graxas 5% e produtos de processo 4,5% no mercado.

Atenta a essa potencial fatia, a petroleira americana Chevron divulgou expansão de 20% a 25% do volume de negócios na área de lubrificantes no Brasil até 2018, que deve ser obtido por meio de crescimento orgânico e participação no mercado. Como estratégia, a companhia, que fornece anualmente cerca de 180 milhões de litros de lubrificantes no Brasil, já deu o primeiro passo e se uniu a Ipiranga na criação de uma empresa de produção e comercialização de lubrificantes.

Com a união, a empresa que atuará também com aditivos, graxas e coolants das duas marcas, se tornará a segunda maior no setor de lubrificantes depois da BR, tendo 22% do mercado. A expectativa para os próximos anos é de crescimento nos setores automotivos e industrial, o que pode ajudar a fazer com que a demanda de óleos lubrificantes permaneça em alta.

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